segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Este é o tempo onde mais uma vez as palavras saem de mim como água que fui de uma torneira aberta, e escoa ralo a baixo tudo que puder consigo levar...

Esta é a vez em que tudo estar caindo, mesmo não sendo novidade, é tudo diferente: sem ópio, sem fuga, sem reza, sem nada. Sem falar, sem análise, sem amizade, sem colo, sem abraço, sem afeto...

E eis a questão, quase como Shakespeare, no "ser ou não ser", me indago a cada segundo: "o que me falta aprender"...

A dor já não dói como antes. Chorar, já não mais significar lavar o rosto com lágrimas. Carência já não é estranheza a ser sentida por dentro. Amar já não tem o menor sentido...
Esperar, fluir, ser, permanecer, acreditar, lutar e existir...

Porque não há mais espaço em mim para fugas, não há mais espaço para mentiras, nem pras pessoas, nem pra família, nem mesmo pra mim.

Esse limbo que eu ando habitando ultimamente, me faz ter a ligeira impressão, que a simples sucessão de fatos nos compromete em estar vivo, e que isso, por hora basta!

Basta acordar, basta comer, basta respirar... Igual a todo sempre, mas diferente de antes... Pois sim! Eis que apesar de tudo ainda como, ainda troco de roupa, por vezes faço a barba, tento rir, busco paz, e tenho certeza, de que em algum momentos, ou em vários, esse vazio seja preenchido por algo despretensioso, mas que me anime de certa forma a continuar vivo.

Ser melancólico não significa abster-me de ser feliz, hoje significa encarar as vias de fato. Não há verdade no meu dia-a-dia, se não for de acordo com uma certa política melancólica instaurada...

Tenho gostado de mim, mesmo deslocado, mesmo ausente, mesmo sendo esquecido, e relembrado, e as vezes até relido; como um livro de biblioteca que as vezes vem alguém que se interessa por dez páginas, sacode o pó, absorve o conteúdo e o esquece sobre a mesa...

Talvez seja eu como um livro; complexo demais pra ocupar uma constância na vida de alguém.
Talvez seja esse meu papel, estar com aqueles que precisam de mim em dado momento, e nos momentos em que eu precisar, que ao me olhar de fronte ao espelho, veja no meu reflexo a companhia que sou quando solicitado...

No mais, me resta apenas afirmar do desejo de meu real distanciamento com este mundo... se é que é possível maior distanciamento do que já existe em minh'alma.

É tão cruel com meus sentimentos me permitir planejar, e amar, e desejar, e me encontrar feliz... é rude e grosseiro com um coração que já tem suas fraquezas trazidas de sei lá onde...

Mas tudo vai passar... e logo, tão logo quanto o fim deste texto, chegará o meu momento de partir... E mesmo que isso demora cinquenta anos, seriam apenas segundos de minha vasta eternidade.

Porque eu sou, e sempre serei eterno em mim.

terça-feira, 31 de maio de 2011

The Truth

‎"If you asked me how I'm doing

I would say I'm doing just fine

I would lie and say that you're not on my mind

But I'll go out and I'll sit down

At a table set for two

And finally I'm forced to face the truth

No matter what I say I'm not over you..."

At Sp citty... this place look´s like us.

And I miss Us.

terça-feira, 22 de março de 2011

Eu caço erros no passado
Caço pistas nos textos que escrevi
Corro atrás de lembranças do ontem, para que no hoje
O vazio que me assola possa se apaziguar.

Eu revejo cenas
Momentos
Dias dormindo
Noites em claro.

Eu lembro de tudo
Eu jamais me esqueceria.
Não posso apagar o que vivi
Mas também não posso tornar as lembranças, coisas do momento.

Tudo passa e eu ainda ando pensando em você...

Mas um dia há de se acalmar
Há de se calar
Há de eu me conformar
De eu não me punir...

Um dia,
Hoje ainda não.

Quem sabe a morte angústia de quem vive. Quem sabe a solidão, fim de quem ama.

O meu maior erro
É depositar nos outros as chances de uma vida que é só minha.
Mas não desisto de amor
De entrega
DE SEU EU MESMO!

Sendo assim
Vou solto como barco à deriva
Que qualquer branda brisa
Ou nefasto vendaval
Leva sem pretensões
Ao norte do destino...

Eu caminho sem rumo
A procura de encontrar
Algo que nunca sai de mim
Esteja onde eu estiver.

Eu mesmo.

domingo, 20 de março de 2011

Só mais uma de amor...

É tão fácil julgar as atitudes que as pessoas têm... difícil mesmo é tomar alguma atitude, mover energias, abandonar velhos hábitos...

Ter coragem pra decidir seguir sua vida, deixando um pedaço imprescindível da sua personalidade pra trás.

Agora que você já cresceu, que já entendeu a diferença entre a vida e os contos de fada, sabe que amor é bom, mas não é tudo...

E quem realmente vai acreditar que você que diz amar consegue abrir mão de quem se ama em nome de outras particularidades?

E você vai deixar que digam que o que você então sente não é amor?

Ora, corta essa! Cada um sabe mais de si do que realmente pensa. Eu não deixo meus sentimentos bagunçados pelas gavetas da minha alma.

Eu jogo limpo comigo mesmo, com os outros, e com tudo na vida. Afinal de contas do que eu ganho e do que eu perco, mais do que saber só eu que realmente sinto.

Pode até parecer fraqueza, que seja! Se sou fraco por não querer levar tudo ao ponto máximo, sou muito bravo e honroso por saber a hora de desistir.

Abro mão das pessoas que amo, porque de mim já não mais posso abrir mão.

É tarde... e o tempo urge!

Preciso pensar em mim; preciso ser mais eu; PRECISO SABER QUEM SOU EU...

E acreditem está tarde.


sexta-feira, 18 de março de 2011

. . . só sentindo . . .

Preciso Dizer Que Te AmoCazuza
Quando a gente conversa
Contando casos besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos

E eu nem sei que hora dizer
Me dá um medo ( que medo )

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É eu preciso dizer que eu te amo
Tanto

E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
e nessa novela eu não quero ser teu amigo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo
Tanto

Eu já não sei se eu to misturando
Ah, eu perco o sono
Lembrando em cada riso teu qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira a noite inteira

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É eu preciso dizer que eu te amo
Tanto

Quando a gente conversa
Contando casos besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos

Eu não sei em que hora dizer
Tenho medo

É, que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo
Tanto

E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Voce chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela baby eu não quero ser teu amigo
Não

E que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano...
E que eu preciso dizer que te amo

Eu já não sei se eu tô misturando..
Ah eu perco o sono...
Lembrando em cada riso teu qualquer bobeira...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Mantendo congelado...


Sei que é tarde... no fim das contas sempre é tarde demais pra dizer, pra chorar, pra lembrar ou pra sentir.
Sei que o que agente sente não muda nada. Sei também que não importam milhares de pessoas, se algumas poucas e importantes te bastam.
Sei que sempre buscamos algo de novo, mas que o difícil é esquecer do que já encontramos e tivemos de deixar ir.
Desapegar-se: das normas, das pessoas, dos padrões, dos bens...
Se apegar: Na fé, na força e coragem, em si mesmo...

Muita coisa vai mudar, não sei o que vai sobreviver, se é que algo sobreviverá...
Agora não tem mais jeito, tudo cairá por terra, e tudo terá de ser reconstruído. Uma nova casa, um novo lar, mais um membro na familia, falta de dinheiro, enfim, tudo o que jamais imaginamos passar, e tudo de uma vez só.

Engraçado compartilhar certas coisas com o além... mas é sempre a real esperança de que UM certo alguém leia...

Não sei se existem pessoas insubstituíveis; mas sei que existem umas que agente não quer nem se puder, substituir...

Incondicionalmente, aquelas palavras que me cabiam, o tempo que me era atendido, a voz que me acalmava, o colo que me supria, a amizade que eu não superava!

Enfim, mais uma vez jogo na tela um punhado de letras soltas, com um sabor de álcool, ópio e e outros anestésicos da vida moderna...

Que eu não me torne letárgico nem saudosista.

MAS QUE EU CONTINUE TE AMANDO INCONDICIONALMENTE.

Que eu mantenha isso congelado em mim.

domingo, 19 de dezembro de 2010

You belong to me!




Every breath you take
Every move you make
Every bond you break
Every step you take

I'll be watching you

Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay

I'll be watching you

O can't you see
You belong to me
How my poor heart aches
With every step you take

Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake

I'll be watching you

Since you've gone I've been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around but it's you I can't replace
I feel so cold and I long for your embrace
I keep crying baby, baby, please

O can't you see
You belong to me
How my poor heart aches
With every step you take

Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you

Every move you make
Every step you take
I'll be watching you

*Eu sei que VOCÊ me entende.